sejamos urgentes
12 junho 2009
11 junho 2009
paixão
sf (lat passione) 1 Sentimento forte, como o amor, o ódio etc. 2 Movimento impetuoso da alma para o bem ou para o mal. 3 Mais comumente paixão designa amor, atração de um sexo pelo outro. 4 Gosto muito vivo, acentuada predileção por alguma coisa. 5 A coisa, o objeto dessa predileção. 6 Parcialidade, prevenção pró ou contra alguma coisa. 7 Desgosto, mágoa, sofrimento prolongado. 8 Os tormentos padecidos por Cristo ou pelos mártires.
Dicionário Michaelis
sf (lat passione) 1 Sentimento forte, como o amor, o ódio etc. 2 Movimento impetuoso da alma para o bem ou para o mal. 3 Mais comumente paixão designa amor, atração de um sexo pelo outro. 4 Gosto muito vivo, acentuada predileção por alguma coisa. 5 A coisa, o objeto dessa predileção. 6 Parcialidade, prevenção pró ou contra alguma coisa. 7 Desgosto, mágoa, sofrimento prolongado. 8 Os tormentos padecidos por Cristo ou pelos mártires.
Dicionário Michaelis



A procura de beleza para colorir os dias cinzentos, encontrei o blog do iilustrador argentino Gustavo Aimar. De lamber os dedos, a coisa mais delicada desse mundo.
09 junho 2009
essa minha marla...
Eu não tenho medo do amor. Eu tenho medo é de amar quem tem medo dele.
Amar quem teme o amor é como se apaixonar por uma sucessão de desistências. É como viver apenas a possibilidade de algo, mas com a sensação de que ela nunca se estabelecerá.É ficar intranqüilo não com o amanhã, mas com os próximos minutos. Quem teme o amor vai embora antes de fazer as pazes com ele.Antes de saber que surpresas ele reservava. Quem teme o amor teme caminhar de mãos vazias em direção ao desconhecido.Está sempre baseado numa repetição do passado.E acha que a vida será como todos aqueles dias idos.Quem teme o amor não vê a pessoa que conheceu, não se dá a oportunidade de ser amado de outra forma.Quem teme o amor se envolve é com o drama de todas as feridas que vieram à tona porque ele não se permitiu ficar sozinho e confuso o suficiente para curá-las.Quem teme o amor não aprendeu a pedir ajuda nem a receber a cura do Universo.Ele se acha maior que o amor e não conjuga o verbo. Quem teme o amor consegue ser mais perverso do que quem o magoou.
Amar quem teme o amor é como se apaixonar por uma sucessão de desistências. É como viver apenas a possibilidade de algo, mas com a sensação de que ela nunca se estabelecerá.É ficar intranqüilo não com o amanhã, mas com os próximos minutos. Quem teme o amor vai embora antes de fazer as pazes com ele.Antes de saber que surpresas ele reservava. Quem teme o amor teme caminhar de mãos vazias em direção ao desconhecido.Está sempre baseado numa repetição do passado.E acha que a vida será como todos aqueles dias idos.Quem teme o amor não vê a pessoa que conheceu, não se dá a oportunidade de ser amado de outra forma.Quem teme o amor se envolve é com o drama de todas as feridas que vieram à tona porque ele não se permitiu ficar sozinho e confuso o suficiente para curá-las.Quem teme o amor não aprendeu a pedir ajuda nem a receber a cura do Universo.Ele se acha maior que o amor e não conjuga o verbo. Quem teme o amor consegue ser mais perverso do que quem o magoou.
Quem tem medo do amor, pra se preservar, não se permite delirar lindamente....e perde a parcela mais deliciosa que o amor prometeu....por medo de amar.
Marla de Queiroz
02 junho 2009
21 maio 2009
19 maio 2009
12 maio 2009
o segundo domingo de maio
Durante muito tempo Chicó, eu vi o mundo através dos olhos de minha mãe, esses olhos nunca me contaram muito sobre meu pai. Você tem a sorte de ter dois pares de olhos gentis, atentos e afoitos a te mostar o correr da vida. Nunca tive pai por perto, isso talvez demonstre a minha inabilidade em lidar com os homens. Você filho, tem a sorte de degustar seu pai diariamente, e de o ter em sua inteireza, de sorriso largo, sempre ao te ver chegar. E me ter também, e nessa brincadeira de ser sua tento te dar escolhas. Saber escolher não é fácil, lidar com as escolhas menos ainda.
Pelos olhos da minha mãe conheci um mundo colorido e sonoro, onde o cuidado estava presente nas pequenas coisas, a cama posta com esmero e dedicacão, o capricho, as flores pela casa, a vitrola tocando Chico sem parar. O gosto pelos detalhes. Minha mãe me ensinou a delicadeza, tenho tanto dela, filho. Me alegra saber que mesmo sem conhecê-la, você tem tanto dela te afagando todos os dias. Quando te abraço, te coloco para dormir e faço formiguinha ao adormecer é o que aprendi de mais precioso.
.
Sinto um vazio imenso pela falta dela em meus dias. E, nos dias das mães essa falta fica tão estridente. Depois que você nasceu tratei de me confortar e ser sua nesse dia.
Sou uma mãe nova, falta respostas, nasci mãe a quarto anos, assim como você nasceu filho. As vezes precisamos ter paciência um com o outro, Chicó.
Me sinto cansada. Não sou a mulher maravilha, essa coisa de ser independente e bem resolvida, patroa da casa, empresária bem sucessidida, criativa e mulher interessante, as vezes me sinto realmente cansada e desprotegida.
Hoje eu só queria um colo, um afago nos cabelos, um ombro para encostar. Queria chorar, como tenho feito ultimamente, feito criança, e ficar quieta, de coração leve.
É que eu ainda não me quietei em mim. Foram tantas mudanças e esperanças de que tudo poderia ser diferente. Continuo buscando o sentido em mim, porque um dia você vai ganhar mundo, como hoje, e as suas escolhas serão diferentes das minhas, a essa altura eu já quero ter me ganhado de novo.
PS: essa foi a primeira vez que escrevi sobre ela e sobre nós.
Durante muito tempo Chicó, eu vi o mundo através dos olhos de minha mãe, esses olhos nunca me contaram muito sobre meu pai. Você tem a sorte de ter dois pares de olhos gentis, atentos e afoitos a te mostar o correr da vida. Nunca tive pai por perto, isso talvez demonstre a minha inabilidade em lidar com os homens. Você filho, tem a sorte de degustar seu pai diariamente, e de o ter em sua inteireza, de sorriso largo, sempre ao te ver chegar. E me ter também, e nessa brincadeira de ser sua tento te dar escolhas. Saber escolher não é fácil, lidar com as escolhas menos ainda.
Pelos olhos da minha mãe conheci um mundo colorido e sonoro, onde o cuidado estava presente nas pequenas coisas, a cama posta com esmero e dedicacão, o capricho, as flores pela casa, a vitrola tocando Chico sem parar. O gosto pelos detalhes. Minha mãe me ensinou a delicadeza, tenho tanto dela, filho. Me alegra saber que mesmo sem conhecê-la, você tem tanto dela te afagando todos os dias. Quando te abraço, te coloco para dormir e faço formiguinha ao adormecer é o que aprendi de mais precioso.
.
Sinto um vazio imenso pela falta dela em meus dias. E, nos dias das mães essa falta fica tão estridente. Depois que você nasceu tratei de me confortar e ser sua nesse dia.
Sou uma mãe nova, falta respostas, nasci mãe a quarto anos, assim como você nasceu filho. As vezes precisamos ter paciência um com o outro, Chicó.
Me sinto cansada. Não sou a mulher maravilha, essa coisa de ser independente e bem resolvida, patroa da casa, empresária bem sucessidida, criativa e mulher interessante, as vezes me sinto realmente cansada e desprotegida.
Hoje eu só queria um colo, um afago nos cabelos, um ombro para encostar. Queria chorar, como tenho feito ultimamente, feito criança, e ficar quieta, de coração leve.
É que eu ainda não me quietei em mim. Foram tantas mudanças e esperanças de que tudo poderia ser diferente. Continuo buscando o sentido em mim, porque um dia você vai ganhar mundo, como hoje, e as suas escolhas serão diferentes das minhas, a essa altura eu já quero ter me ganhado de novo.
PS: essa foi a primeira vez que escrevi sobre ela e sobre nós.
30 abril 2009
27 abril 2009
26 abril 2009
fotos lanaguimaraes
Na terra de todos os santosSapicada de sabores, a passagem pela terra de todos os santos, nos levou ao mundo das feiras, botecos, botiquins, fundo de quintais e vistas para o mar.
Ontem Francisco, você me olhou fundo e disse:
Mas quem eu mais amo na vida, de gente, é você.
Acabo de chegar de viagem, fui passar 6 dias em Salvador, cidade que quase foi sua também. Era lá que eu morava quando sorri ao descobrir que você crescia dentro de mim. Foram dias de descanso. Nesse ano, assim como nos últimos, não tive férias.
O começo deste me invadiu com intensidades, filho. Só agora consegui descansar um pouco, queria ter te levado comigo, mas ficar aqui com seu pai num feriado ensolarado, foi melhor que uma Bahia chuvosa.
Com a chuva, Salvador se abre para cantinhos escondidos, aqueles ofuscados pelo brilho do mar em dia de sol. Foi uma viagem gastronômica, deliciosa, comemos de tudo um pouco, eu e sua tia Lana.
E anotamos para lembrar depois, no último dia pensamos que poderíamos ter fotografado cada uma dessas delícias, depois entendemos que o melhor ficou em nós.
O primeiro deleite:
Arrumadinho do Cruz do Pascoal. Como o nome diz, carne de sol, farofa, feijão de corda e vinagrete, tudo bem arrumadinho no prato. É uma comida que pede de acompanhamento uma cerveja gelada e aqui guarda a mais gelada da Bahia. Brilhos e Farofa.
E anotamos para lembrar depois, no último dia pensamos que poderíamos ter fotografado cada uma dessas delícias, depois entendemos que o melhor ficou em nós.
O primeiro deleite:
Arrumadinho do Cruz do Pascoal. Como o nome diz, carne de sol, farofa, feijão de corda e vinagrete, tudo bem arrumadinho no prato. É uma comida que pede de acompanhamento uma cerveja gelada e aqui guarda a mais gelada da Bahia. Brilhos e Farofa.
O Cruz do Pascal é um bar bem antigo e tradicional de Salvador, fica no Santo Antônio, colado ao Pelourinho. Bom mesmo é passar fora dessa rota turística e ir pela cidade baixa, parar na igreja de Santo Antônio e ir andando vendo as casarões e as janelas abertas com vista para Bahia de Todos os Santos.
O segundo deleite:
A caminho do MAM descobrimos um restaurante japonês inacreditável com vista para o mar, o Soho.
Trouxinha de camarão
Risoto de brócolis com shimeji e salmão grelhado
Sorvete de creme com calda quente de chocolate e hortelã
Vinho branco numa tarde de domingo
Terceiro deleite, na companhia de amigos:
O segundo deleite:
A caminho do MAM descobrimos um restaurante japonês inacreditável com vista para o mar, o Soho.
Trouxinha de camarão
Risoto de brócolis com shimeji e salmão grelhado
Sorvete de creme com calda quente de chocolate e hortelã
Vinho branco numa tarde de domingo
Terceiro deleite, na companhia de amigos:
Sanduíche de peito de peru, queijo do bom, manjericão e geléia de framboesa.
Acarajé e cerveja, é claro.
Quato deleite:
Acarajé e cerveja, é claro.
Quato deleite:
Moqueca de camarão no Porto do Moreira. O Porto do Madeira é outro bar tradicional da cidade, fica na 2 de julho. Eu freqüentava muito a 2 de julho quando morava aqui. Lá tem de tudo, milhares de armarinhos e meus olhos brilhavam ao desvendar tamanhas possibilidades.
Quinto deleite:
Quinto deleite:
Sorvete de Tiramissu Hagen Dazs
Sexto deleite, esse quase nos fez adiar a volta:
Sexto deleite, esse quase nos fez adiar a volta:
Camarão a Joel na Donana. Esse é inacreditável. Imagime filho algo muito gostoso, muito gostoso mesmo. É o camarão a Joel. Um pequeno restaurante no Bairro de Brotas, onde ficamos hospedadas. Foi uma aventura chegar até lá, valeu cada uma delas.
Esse me fez querer voltar logo e te levar comigo.
Além dessas coisas de delícia tive bons momentos com os amigos de lá, fiquei na casa de Cau e Mari, cineastas que acabaram de rodar dois curtas e inaugurar um belíssimo complexo de cinema em frente à praça Castro Alves. Acompanho o sonho desses amigos há anos, ver de perto ele concretizado e brindar as novas conquistas, com as pessoas que amamos, é coisa boa demais de se fazer na vida, filho.
Ganhei também o novo livro de fotografia do Aristides, ele é outro grande amigo, fotógrafo dos bons, este é sobre a Chapada Diamantina. Na casa dele os encontros foram bons com Ilo e Sereno.
Eu só posso agradecer essa vida, meu amor, os presentes que tenho e recebo todos os dias. Você é o maior deles.
Ninar um filho é bom porque a gente acorda cheia de amor pela vida. Eu te amo, Chicó. É tão bom dizer isso a você porque sempre será verdade. Quem eu mais amo na vida de gente também é você. Talvez essa febre tenha sido só saudade. Eu também já tive febre de saudade, a gente fica tão jururu. Só passa com beijinho, dengo e promessa de ficar sempre bem juntinho.
Uma coisa eu aprendi, filhote: nem todo sol da Bahia é suficiente para ensolarar dois corações nublados...
Além dessas coisas de delícia tive bons momentos com os amigos de lá, fiquei na casa de Cau e Mari, cineastas que acabaram de rodar dois curtas e inaugurar um belíssimo complexo de cinema em frente à praça Castro Alves. Acompanho o sonho desses amigos há anos, ver de perto ele concretizado e brindar as novas conquistas, com as pessoas que amamos, é coisa boa demais de se fazer na vida, filho.
Ganhei também o novo livro de fotografia do Aristides, ele é outro grande amigo, fotógrafo dos bons, este é sobre a Chapada Diamantina. Na casa dele os encontros foram bons com Ilo e Sereno.
Eu só posso agradecer essa vida, meu amor, os presentes que tenho e recebo todos os dias. Você é o maior deles.
Ninar um filho é bom porque a gente acorda cheia de amor pela vida. Eu te amo, Chicó. É tão bom dizer isso a você porque sempre será verdade. Quem eu mais amo na vida de gente também é você. Talvez essa febre tenha sido só saudade. Eu também já tive febre de saudade, a gente fica tão jururu. Só passa com beijinho, dengo e promessa de ficar sempre bem juntinho.
Uma coisa eu aprendi, filhote: nem todo sol da Bahia é suficiente para ensolarar dois corações nublados...
16 abril 2009
LEITE DERRAMADO, o novo romance de Chico Buarque me sugou diante da vidraça, os olhos faíscados o devoraram de uma vez só.
Em busca de não mais chorar pelo leite derramado e de faísquinhas nos olhos. O que não tem remédio, remediado está.
Percebo cuidadosamente os sinais do dia-a-dia presenteados com delicadeza, um livro aqui, uma música acolá, uma frase num cartaz, um filme, uma viagem. A coragem é sempre um bom caminho a se seguir.

"Quando eu sair daqui, vamos nos casar na fazenda da
minha feliz infância, lá na raiz da serra. Você vai usar
o vestido e o véu da minha mãe, e não falo assim por
estar sentimental, não é por causa da morfina. Você
vai dispor dos rendados, dos cristais, da baixela, das
joias e do nome da minha família. Vai dar ordens aos
criados, vai montar no cavalo da minha antiga mulher.
E se na fazenda ainda não houver luz elétrica,
providenciarei um gerador para você ver televisão. Vai
ter também ar condicionado em todos os aposentos
da sede, porque na baixada hoje em dia faz muito calor...
...até eu topar na porta de um pensamento oco, que
me tragará para as profundezas,onde costumo sonhar
em preto-e-branco".
Chico Buarque
Em busca de não mais chorar pelo leite derramado e de faísquinhas nos olhos. O que não tem remédio, remediado está.
Percebo cuidadosamente os sinais do dia-a-dia presenteados com delicadeza, um livro aqui, uma música acolá, uma frase num cartaz, um filme, uma viagem. A coragem é sempre um bom caminho a se seguir.

"Quando eu sair daqui, vamos nos casar na fazenda da
minha feliz infância, lá na raiz da serra. Você vai usar
o vestido e o véu da minha mãe, e não falo assim por
estar sentimental, não é por causa da morfina. Você
vai dispor dos rendados, dos cristais, da baixela, das
joias e do nome da minha família. Vai dar ordens aos
criados, vai montar no cavalo da minha antiga mulher.
E se na fazenda ainda não houver luz elétrica,
providenciarei um gerador para você ver televisão. Vai
ter também ar condicionado em todos os aposentos
da sede, porque na baixada hoje em dia faz muito calor...
...até eu topar na porta de um pensamento oco, que
me tragará para as profundezas,onde costumo sonhar
em preto-e-branco".
Chico Buarque
14 abril 2009
09 abril 2009
07 abril 2009
os sábados e suas chuvas internas
porque hoje é sábado e tudo pode acontecer, já dizia o poetinha
o dia pode começar com uma chuva de alagamentos internos
o sol pode embrulhar de fucsia as tristezas fundas e deixar para doer depois
a feijoada de surpresa pode trazer os queridos para perto e romper certezas
pode fingir um sono tranquilo enquanto os passarinhos insistem em voar para outras bandas
e inventar brincadeiras singelas de canetinha e desenhos pelo corpo
e saborear morangos gelados pelo olhar atento e gentil
e até sair de mãos dadas por ai
pode acontecer qualquer coisa
até romper com um amor
se é que com amor se rompe
o dia pode começar com uma chuva de alagamentos internos
o sol pode embrulhar de fucsia as tristezas fundas e deixar para doer depois
a feijoada de surpresa pode trazer os queridos para perto e romper certezas
pode fingir um sono tranquilo enquanto os passarinhos insistem em voar para outras bandas
e inventar brincadeiras singelas de canetinha e desenhos pelo corpo
e saborear morangos gelados pelo olhar atento e gentil
e até sair de mãos dadas por ai
pode acontecer qualquer coisa
até romper com um amor
se é que com amor se rompe
03 abril 2009
02 abril 2009
o correr da vida

vai ficando mais elástico. O ano solar trouxe expresso
com chantilli no meio da tarde, filminho antigo, mergulho pela manhã,canto de passarinho, linhas e agulhas, bordo a espera da volta do meu Ulisses, suco de maracujá, passiflora e valeriana em cápsulas perto da hora de dormir e é claro, um punhado de travesseios para esquentar o vazio da cama.
Olho pela janela e vejo tanta alegria lá fora, quero ela aqui dentro também.
Tem beleza de sobra para se embebedar.
Cartier Bresson
Faz pouco tempo que conheci as fotografias do fotógrafo francês
Henry Cartier Bresson, foi amor a primeira vista, me encantei com a sua forma
de captar instantes para a posteridade.
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